quarta-feira, 5 de março de 2014
AMOR DE BORDA DE ÁGUA
A manhã vem!
Com sol,
chuva ou nevoeiro
eu sou mulher do cais
e tu um marinheiro.
Marinheiro que para,
não fica,
vai á vida...
E eu?
Quedo-me de olhos rasos de ´´agua
a sentir...
a sofrer a partida
e,
no ecrã enorme
da memória
perpassa o filme
feito da nossa história:
um carinho...
um abraço...
um beijo...
um amasso....
despedida!!!
Vais para outra
sem levar saudade.
E eu?
Ali me fico
cheia de raiva,
de dor,
por ter de repartir
com outra
o teu amor!
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